| O mercado automotivo brasileiro passou anos discutindo quando o carro elétrico ia engrenar. No off, as montadoras chinesas se preparavam para chegar dominando. | ||
| Fica fácil de ver isso nos números. A participação de híbridos e elétricos já superou as projeções feitas pelo próprio setor para 2027, antecipando a eletromobilidade no país em pelo menos dois anos. | ||
| O Brasil entra em 2026 com 14 marcas chinesas de automóveis operando ou em fase final de estreia. | ||
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| Por que o Brasil entrou no jogo? Mercado grande, frota envelhecida, até 45% de capacidade ociosa nas fábricas e um consumidor mais disposto a trocar tradição por tecnologia e custo-benefício. | ||
| Além de vender carros, as chinesas passaram a ocupar essa capacidade industrial — seja com fábricas próprias ou por meio de parcerias com montadoras já instaladas. | ||
| Bottom-line: Entre as marcas mais famosas, quem se destaca é a BYD. Ela foi a primeira chinesa elétrica a desembarcar por aqui, em 2022. Três anos depois, a montadora bateu recorde de veículos vendidos no país, com 100 mil unidades. |

