Projeto cultural leva educação ambiental aos Campos Gerais
Foram 15 ações realizadas em cinco cidades da região, entre o fim de outubro e
novembro, reunindo mais de 2.500 espectadores em instituições de ensino
O Coletivo Cacareco, grupo cultural de Ponta Grossa, levou um projeto voltado à
educação ambiental para cinco cidades dos Campos Gerais entre o fim de outubro e o
mês de novembro, promovendo atividades formativas e apresentações teatrais em
instituições de ensino. Ao todo, cerca de 2.500 espectadores participaram das ações em
Ponta Grossa, Palmeira, Carambeí, Castro e Jaguariaíva.
A circulação contou com 15 apresentações, realizadas em escolas e universidades,
aproximando crianças, adolescentes e jovens de debates sobre preservação da natureza,
biodiversidade e o papel das comunidades na proteção das espécies nativas da região
Sul. Por meio da linguagem cênica e de dinâmicas educativas, o projeto buscou fortalecer
a formação de plateia e ampliar o acesso à cultura. As apresentações também contaram
com recursos de acessibilidade, como interpretação em Libras e audiodescrição,
garantindo inclusão de diferentes públicos.
Para Bya Paixão, artista do coletivo responsável pela ação, o diálogo com o público foi
um dos pontos mais marcantes da circulação. “Cada cidade recebeu o projeto com muito
carinho. A reação das crianças mostra como a arte segue sendo um caminho poderoso
para falar sobre o meio ambiente de forma simples e afetiva”.
O diretor Renan Sota destaca que levar o trabalho para diferentes municípios reforça o
compromisso com a democratização da cultura. “A circulação mostra a força da arte na
educação ambiental. Quando levamos teatro para escolas e universidades, fortalecemos
debates essenciais e garantimos acesso para públicos que muitas vezes não têm contato
com essas ações”.
A iniciativa consolidou-se como um importante movimento de sensibilização ambiental por
meio das artes cênicas, promovendo reflexões acessíveis e aproximando comunidades de
diferentes municípios dos Campos Gerais.
Realização
A execução do projeto foi realizada com recursos da Lei Paulo Gustavo (LPG), por meio
da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, em parceria com o Governo Federal.
att:Hurlan Jesus
