Parece que o velho ditado “dinheiro não traz felicidade” está ganhando um novo significado entre os mais ricos. Uma pesquisa recente com pessoas que possuem patrimônio acima de US$ 2 milhões revelou uma mudança curiosa: apenas um terço dos milionários ainda mantém o apoio de um consultor financeiro.
O dado surpreende, já que esse público sempre foi conhecido por valorizar estratégias de investimento e gestão patrimonial. No entanto, o foco agora parece estar mudando — e rapidamente — em direção à saúde física e emocional.
De acordo com o levantamento, os milionários deram uma nota média de 7,2 aos seus consultores financeiros, enquanto os personal trainers receberam 9,3 e os terapeutas, 8,3.
Os serviços de bem-estar em geral também se destacaram, com nota média de 8,2, mostrando que a busca por equilíbrio e qualidade de vida ultrapassou a preocupação exclusiva com o dinheiro.
O movimento é ainda mais forte entre os mais jovens, que têm priorizado experiências, autocuidado e saúde mental em vez de apenas acumular patrimônio.
De olho no futuro: o mercado global de saúde e bem-estar deve movimentar impressionantes US$ 11 trilhões até 2034, com crescimento médio estimado em 5,4% ao ano, segundo projeções do setor.
Em outras palavras, os milionários estão dando o recado: felicidade pode não estar no saldo bancário — mas o bem-estar, sim, virou o novo símbolo de sucesso.